Lisboa,
às vezes pareces-me grande,
grande de mais.
E falta-te a gente,
e falta-te o espaço
em que eu me reconheça
ao olhar-te.
E, às vezes, tudo me falta.
Pouco sei onde pertenço,
quem me pertence
e a quem me devo dar.
E é aí, Lisboa,
que te olho na solidão
e vejo que nem tu, nem eu,
saímos do mesmo lugar.
Sara Lamy 29/5/2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
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