Hoje já não tenho o idealismo dos 18, mas encontrei a clarividência dos 24. Não acredito em tretas, e recuso-me a aceitar tudo o que me digam. Sou mais crítica do que passiva, e recuso-me a ser diferente de mim mesma. Não há ideias ou ideais perfeitos e nós devemos ser iguais a nós mesmos, encontrar a nossa posição no mundo e saber quem somos e fazer por ser diferentes. Como um ilustre professor de Filosofia do Direito diria, mal do dia em que num grupo encontremos opiniões convergentes, só se pode encontrar diversidade, mesmo em algo que seja uno, pois cada pessoa tem a sua própria exclusividade e é isso que se pretende, e não o contrário. Por isso, concordo com algumas coisas, mas sinto-me no dever de discordar de tudo o que me contraria. Se aos 18 vestia a “camisola”, com 24 prefiro sentir-me isenta de “títulos”ou “conotações”, mas recuso-me a estar isenta de opinar. Sempre neguei pessoas conformistas, que se bastam com pouco, e nunca gostei de quem critica, sem saber por que o faz.Não sou céptica, e não aceito dogmatismos, mas não há nada que me entusiasme mais do que ter espírito crítico.
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